sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Ultima Atividade - Bandeira

Vim através deste ultimo post, pois achei uma construção sensível e coletiva, o que se deu de forma muito interessante, compartilhar um pouco de como foi a produção da nossa bandeira. Escolhemos grãos diferentes, elementos diferentes e cores diferentes, pois colocamos que o que representava nossa turma era a diversidade. E assim terminamos o quadrimestre da forma mais sensível, coletiva e identitária possível. Segue abaixo algumas fotos da construção:





Paisagem Sonora

Como proposto, a aula começou com a discussão sobre o texto "Paisagem sonora no século XXI: sons e música como elementos incômodos ou abstraídos. O texto discorre sobre som, ruídos, música e classifica-os da forma mais pura possível em paisagens naturais até ambientes mais barulhentos e poluídos como a cidade. Com a orientação da professora Fran, apresentamos a atividade que a professora tinha passado, que era levar um som de um animal gravado. Executávamos a gravação sem falar qual animal foi gravado, esta foi a dinâmica proposta pela professora, e apos escutar, a sala tentava adivinhar qual era o animal e o que possivelmente ele tentava expressar com aquele som emitido. Levei o som do papagaio que tenho em casa que foi estimulado por assovios meus, e creio que ele estava de manha, visto que foi uma manha muito turbulada para mim e acabei não tendo tempo para dar atenção para ele. Após esta dinâmica a professora Fran orientou uma mixagem de sons feitos pelos instrumentos não convencionais que foi requerido pela professora Cynthia. Foi muito legal a proposta e a execução desta atividade, pois tivemos que tentar encontrar o minimo de harmonia possível em sons totalmente diversos por instrumentos diversos. Infelizmente não pudi dar upload no áudio para compartilhamento dos resultados com os leitores do blog, porém tentei passar um pouco como foi minha experiencia neste dia ludicamente produtivo.

Sombras

Este dia foi bem interessante, a proposta sensível desta vez era discutir um pouco sobre sombras, escuridão e luz. Eu nunca tinha imaginado na minha vida em que poderíamos fazer um debate tão construtivo, filosófico e até científico sobre as sombras. A aula iniciou com a seguinte pergunta: Qual sua relação com a sombra?
Falei da relação de parceria em que eu tenho com minha sombra pois ela me segue para onde eu vou. Continuando a pergunta filosofei um pouco também ao falar de como a sombra poderia representar as varias facetas do ser humano, visto que dependendo do posicionamento da fonte de luz, que seria uma alusão às diferentes situações, a sombra aparece de um jeito diferente e em lados diferentes.
Após esta introdução, Cynthia nos fez quatro perguntas para respondermos em sala de aula. Segue abaixo as perguntas e respostas:

Se você pudesse fabricar a escuridão, com que material faria isso ?
R- Eu fabricaria ele baseado no posicionamento do carbono atrás das formas que eu pretenderia reproduzir, assim ele representaria o a falta do objeto numa forma escura, e escuridão é relacionado a falta.

Com qual postura corporal você representaria a escuridão?
R- Representaria com a postura de uma marionete, já que ela não tem vontade própria e personalidade. Ela é simplismente a falta de conteúdo.

Quais são para você, os sabores e odores da escuridão?
R- Ele não seria dotado de tais característica, e se tiver acho que seria igual ao do leite de magnésio, tem e não tem sabor ao mesmo tempo, algo estranho de definir.

A escuridão tem forma?
R- Posição avulsa, algo difuso, pois ela preenche o que falta.

Que diferença existe entre a escuridão e a sombra?
R- Escuridão é o preenchimento do que falta e a sombra toma referencia de algo que existe para se concretizar.

Através de nossas conversas e o avanço da apresentação da professora, ela nos passou um percusso da sombra, indo desde a área da filosofia, passando pelas artes e até chegar nas áreas das ciências e da saúde.

Alegoria da Caverna - A alegoria da caverna, escrita por Platão, faz uma crítica sobre o comportamento das pessoas da época em que viam as coisas só através das sombras. Ele faz uma relação com a forma em que as pessoas se deixava dominar através da ignorância e que se libertar da ignorância seria ver o mundo como ele verdadeiramente é.

Continuando com as atividades propostas tínhamos que desenhar uma figura que represente a luz, outra que represente a escuridão e completar uma história que a professora tinha começado. Abaixo segue o resultado destas:

1) Luz : Representação de um Prisma





2) Escuridão: Para representar escuridão devemos coloca-lo como oposto da luz



3) Completando a história:

Era uma vez uma menina que tinha sempre os olhos fechados, porém isto se restringia ao viés biológico, pois ela tinha em sua mente uma forma colorida de ver o mundo. Sempre foi questionada o como era viver na escuridão, pelo fato de ser cega, todavia, ela dizia que entender a escuridão a partir de um conceito somente ligado à ausência de luz não a contemplava. Ela conseguia perceber que a escuridão que de fato poderia atingi-la, seria viver uma vida amarga, frustrada, triste, vazia, e até mesmo tentando entender o porquê nasceu sem poder enxergar, visto que toda vez que um de seus amigos falava de como era a escuridão para eles, retratavam-na com tais palavras para poder descrever. Em um dos debates na sala de aula sobre luz e escuridão, ela disse que a escuridão torna-se muito subjetivo dependendo de vários fatores em que contribuem para uma determinada visão do conceito, enquanto a professora queria restringir a escuridão à falta de luz e como algo sempre amedrontador. A menina não conformada pediu para a professora fechar os olhos e questionou se ela se sentia mal por isso, logo em seguida a professora respondeu que não. Concluindo seu pensamento, a menina encerrou falando, que a escuridão que nos amedronta esta em nossos corações, a senhora não se sente mal porque seu coração tem certeza que nós, seus alunos, nunca deixaríamos nada de mal acontecer com você, então a escuridão, diante deste fato, representa sim a falta de luz, porém somente isto. Após um entendimento geral da sala e os parabéns da professora por algo que sua aluna trouxe de sua vivência com a “escuridão” a aula foi encerrada e todos foram para casa se questionando e permitindo entender mais sobre os conceitos.

Segue abaixo vídeo que indiquei para ser passado em sala de aula, O teatro das sombras.





Dia da Consciência Negra - 20/09

Neste encontro não tivemos atividades em sala, porém a aula aconteceu diante do dia em que estávamos contemplando, O dia da Consciência Negra. Neste dia, os eventos que aconteciam na UFSB se tornaram nossa sala de aula, visto que discorriam a cerca da história de preconceito e sofrimento em que os negros passaram até começarem a ser reconhecidos nos dias atuais. Como proposta da professora Cynthia, escolheríamos entre as atividades presentes na universidade e faríamos a correlação dela com alguma das reflexões de atividades anteriores do componente curricular. Escolhi a capoeira pela relação que tenho com ela desde criança, infelizmente hoje não faço mais, porém por um bom tempo da minha infância e adolescência eu pratiquei este esporte tão regado de cultura afro-brasileira e simbolo de uma luta suada contra a escravidão da raça que ela representa. O atabaque conduz o ritmo em que meu coração bate quando eu escuto, o berimbau parece descarregar adrenalina para seu corpo movimentar e a capoeira é a resultante de toda esta mistura sensível em que é a pauta de nosso componente curricular Experiência do Sensível. Continuando as reflexões através desta introdução, colocarei abaixo a correlação feita através do sensível em contato com a atividade do Dia da Consciência Negra, irei transcrever uma analise que gravei em áudio no celular:

"Depois de um tempo longe do componente, devido a transição de componentes que temos, pois temos um modelo curricular extremamente mutável, dentro do quadrimestre, ficamos um pouco longe do FIES e agora voltamos com força total com a proposta básica de sensibilização, em um dia que precisamos muito dela, pois foi no dia representativo da Consciência Negra, em que nos fez pensar um pouco mais, sobretudo como se deu o processo histórico desta luta até chegar nesta "conscientização". O que mais me marcou e a correlação que posso fazer com os temas, e o que já foi abordado, e as minhas reflexões em cima dos temas, é sobre o som e a dança. Tivemos a representação da dança na folha, tivemos o som, e me remete muito ao inicio das apresentações em que eu pudi sentir novamente algo que me marca e que marcou muito minha infância, que foi a capoeira. Para mim, ela foi uma das formas culturais de nos prendermos, estudarmos e entendermos nossas raízes, bastante presente na minha vida. Fiz por muito tempo capoeira, e sou apaixonado pelos sons(berimbau, atabaque, o pandeiro), então me remeteu muito a esta singularidade que podemos dar as representações que os sons podem ter na nossa vida. O que pode ser algo nostálgico para um, não necessariamente será para outro. Tudo isso me remeteu um pouco as reflexões da terra, visto que me senti amplamente representado e significado no dia da Consciência Negra, pois a capoeira seria a representação da minha terra africana, aqui no Brasil."


Diário Sonoro 2

Como parte do diário sonoro, a professora Cynthia pediu para descrevermos de forma direta um outro dia em que não anotássemos o que escutamos. Segue abaixo então a descrição:

1° hora - Som das panelas, do girar do ventilador, despertador do celular, papagaio falando.

2° hora- Musica do vizinho, carros passando, motos, cachorro, televisão.

3° hora- Barulho da televisão, água caindo, pássaros cantando, cachorro latindo, tosse.

4° hora-  Copos estalando, gritos na rua, carro de som passando, televisão ligada.

5° hora- Barulho de vendedores na rua, motos e carros, anuncio de mercados, pessoas conversando, música tocando.

6° hora- Música tocando na rádio, conversas em casa, pratos e talheres se colidindo, papagaio falando, barulho de água.

7° hora- Barulho do ventilador, música calma tocando, conversas bem ao fundo.

8° hora- Silencio, pouco barulhos audíveis a não ser o ventilador.

9° hora- Som de jogos de computador, teclas, ventilador, conversas ao fundo.

10° hora- Conversas na televisão, colisão de copos, barulho da geladeira abrindo, cadeira arrastando.

11° hora- Barulho de embalagem de remédio abrindo, água sendo despejada no copo, geladeira sendo fechada, conversas.

12° hora- Silencio quase que total, ventilador girando, cama fazendo barulho.

Corroborando com as reflexões antes feitas, posso entender o quão importante foi para cada um que fez esta atividade. Entendo que com o afundamento cada vez mais da sociedade no capitalismo desenfreado, nossos sentidos também ficam seletivos como o capitalismo. Este tipo de atividade vem para reativar esses sentidos humanos que detemos. Humanizar é também saber escutar e importar-se até com as minimas coisas, e se este era o proposito desta atividade, posso dizer com toda certeza que fui atingido. Após esta atividade, em grupo, unimos sons retirados do que tínhamos gravados para fazer, juntamente com auxilio de um texto, um áudio coletivo.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Diário Sonoro

Acho interessante como são escolhidos os elementos e aspectos cotidianos para nossas analises através das atividades, acabei percebendo como podemos estimular as outras pessoas a serem criticas em cima do seu dia a dia com simples exercícios em cima de suas praticas rotineiras, através da observação e da correlação. Quando paramos para observar temos a noção do total cenário em que estamos imersos e da quantidade de coisas que nos cerca. Já a correlação nos aproxima mais ainda o sentido das “coisas” observadas com as nossas ideias e praticas, fazendo com que você atribua ou pense na existência de um tipo de conexão entre ambos.

Deixando um pouco meus devaneios de lado, meu diário foi feito em um dia muito plural, o que me fez gravar desde horas de estudo até momentos de farra com os amigos. Dividi ele em 4 grupo de horários e que são norteados pelos meus afazeres. O primeiro deles relata quando acordei até sair de casa, o segundo aborda meu andar em direção ao ponto de ônibus e logo após minha tarde na faculdade com o grupo de pesquisa, o terceiro fala de momentos em casa e da minha saída para curtir o final de semana e o quarto retrata as farras do dia porque diversão é essencial. Também resolvi nomear estes grupos, como forma de traduzir um pouco o que senti escutando eles.

Nos primeiros minutos escutei muito rádio, conversas paralelas das vizinhas, automóveis, meu papagaio, som dos meus passos descendo a escada e abrindo o portão, basicamente sons que nos remete a final de semana em casa geralmente de um bairro mais popular. Engraçado que sempre foi assim, mas escutar gravações desses áudios me bateu certa nostalgia. Chamando-se então de Sons das Lembranças.

Nos próximos minutos escutei barulhos de construção, moto, musica alta, uma parte da aula em que um aluno dava sobre filosofia do pensamento, o intervalo da atividade com conversas minhas e de meus colegas, outro aluno falando sobre neurociência e fala dos professores. Entendo assim que houve uma prevalência das minhas atividades acadêmicas neste segundo grupo de gravação, por isso chamo-o de Sons da Academia.

No 3 grupo de sons, pude ouvir o sons dos pratos que lavava em casa, a agua batendo nos pratos ,talheres e na própria pia, som dos copos, conversas com minha mãe, o som da televisão, e mais uma vez o descer das escadas, dos meus passos, de moto, musicas. Então como houve uma repetição de sons em que não foram dentro de minha casa e a prevalência se deu no meu lar, chamo este grupo então de Sons Domésticos.

No ultimo grupo em que separei, não tenho muito a dizer pois é a hora em que eu menos me preocupei com eles, pois estava com amigos, escutando diversas musicas diferentes, teve um momento mais tranquilo que foi quando fomos à casa de um amigo porem o restante foi todo um caos sonoro, se assim posso dizer. Então vou chama-lo de Sons da Desordem Recreativa.


Após esta atividade também notei a falta de sons mais naturais no meu cotidiano, vivemos em selvas de pedras e metais em que não conseguimos mais ter este amplo contato com a natureza e queria deixar relatado aqui o quanto senti falta disto. No mas, este foi um pouco de um dia meu em que escutei e pude fazer essas tais inferências.


domingo, 12 de outubro de 2014

A sensibilidade e o som

     Antes de cumprir minha próxima atividade, que é relacionada ao som, eu quis trazer um interessante fato que aconteceu e nos leva a pensar em como, através de um olhar sensível e atencioso, podemos extrair sons, ideias, interpretações, imagens de onde normalmente não conseguimos enxergar. 
     Está imagem conta a história de um homem, que através de uma foto tirada de pássaros espalhados em uma rede elétrica, conseguiu transformar a forma como eles estavam organizados através da rede em notas musicais. Utilizando fidedignamente a posição de cada um, ele ficou curioso de como seria a melodia formada por tal arranjo. Abaixo segue o link do vídeo com a música resultante.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Folhas ao Vento

     Após observar por algum tempo a folha, algo que confesso nunca ter feito antes, nota-se um reconhecimento de algo tão importante para a manutenção dos recursos que propiciam a vida humana. Atualmente vivemos em uma era em que somos cobrados por muitos lados e que nos faz levar a optar por tarefas práticas e insensíveis a cada dia mais, porém está atividade me fez relaxar um pouco e prestar atenção no "BIO" que nos cerca e se relaciona conosco, nas esferas sociais, biológicas, representativas, entre outras. Algo que parecia tão vazio e indiferente, se encheu de significado, simplesmente pelo ato de parar e reconhecer, dar tempo aos processos sensíveis.
     Particularmente acho ela uma folha linda, pequena, bem geométrica, parece que foi cuidadosamente esculpida, do tamanho e formatos exatos para juntamente com as demais formarem este todo. Sua cor parece nos hipnotizar quando repetidas em camadas diferentes nas suas folhas, isto para mim é o que à torna tão singular. E seus fortes e longos caules acaba retratando um pouco de sua forte fisionomia. Não sei ao certo as suas utilidades medicinais ou até em decorações, porém, hoje, ela serviu para me sensibilizar e me mostrar o quão linda a biodiversidade pode ser ao seu redor, basta sensibilizar-se e prestar atenção que a vida esta acontecendo bem debaixo dos seus olhos.



quinta-feira, 25 de setembro de 2014

As águas

     Nesta atividade resolvi falar um pouco sobre o Rio Cachoeira, como a proposta feita foi falar sobre uma "água" que tenha relações sócio-históricas com você, já que nasci e cresci em Itabuna, pensei o porque não falar deste rio que fez parte da vida de tantos cidadãos itabunenses. Confesso que nunca tive tantas relações com o Cachoeira na minha vida, porém cresci escutando o quanto este rio foi importante na vida de vários cidadãos grapiúnas. Servindo como local para banhar-se, fazer a limpeza de suas panelas e pratos, como espaço de lazer e também de pesca.
     Hoje em dia o rio, pelo menos na porção que atravessa o centro da cidade, encontra-se em um estado deplorável, impossibilitando assim vidas humanas e animais de usufruir das riquezas naturais que um rio pode proporcionar, porém mesmo assim sabemos que ainda existem pessoas e animais que vivem deste rio pois não encontram outra forma mais saudável de conseguirem sobreviver. Abaixo responderem alguns questionamentos pontuais:

1 - De onde vem e para onde vai esta água ?
     O rio cachoeira nasce nas fraldas da serra do Itaraca, no município de Vitória da Conquista. Depois de banhar parte deste município, entra em terras de Itambé, penetrando no município de Itabuna com a denominação de "Colonia", nome dado pelos capuchinhos italianos, quando andaram ali em meados do seculo XVIII, em missão de catequese. Como "Colonia", banha o atual município de Itajú antigo distrito de Itabuna, e depois de receber as águas do "Salgado", o seu mais importante afluente, pouco acima de Itapé, muda de nome, passando a ser, "Cachoeira" até desaguar no Oceano Atlântico. Antes da entrada do porto de Ilhéus, une-se aos rios "Santana e Fundão, formando a chamada "Coroa Grande".

2 - Quem habita essa água ?
     Hoje em dia acho que é habitado, como disse antes, por pessoas que ainda encontram nela um meio de subsistência.

3- A quem traz vida ?
     Traz vida a certas população que ainda consegue pescar.

4- Populações vegetais e animais que existem nessa água.
     Capivaras e alguns equinos são o que costumo normalmente ver como população animal. Baronesa, palmeiras, amendoeiras...etc.













quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Um pouco de música sobre o próximo tema e também sobre o antigo...

     Pensando sobre a segunda proposta de atividade em que vamos falar a cerca de águas que nos cercam de representatividade e utilidade vital também, lembrei de uma música que pode retratar tanto o tema quanto também que pudesse falar sobre terra. Então vai aqui um pouco de entretenimento para vocês leitores relaxarem um pouco com essa música que consegue tão poética e tão forte ao mesmo tempo. 

Continuação: A cor da Terra...


     Compondo parte das atividades acerca do significado da terra, foi proposto a elaboração de apresentações a partir de mini videos, tendo como personagens principais as caixinhas com as terras. Como postei anteriormente, as artes compõem uma excelente ferramenta para o processo de aprendizagem e utilizando ela, juntamente com uma porção de criatividade, produzimos nossas apresentações que ficaram bem legais e engraçadas.
    Abaixo segue o vídeo elaborado:


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A cor da Terra

     Como primeira atividade, para compor um quadro de atividades bem diferentes dos modelos de ensino superior tradicional, a Universidade Federal do Sul da Bahia propôs uma atividade ligado aos singulares significados de um certo pouco de terra. Visando sensibilizar os participantes desta atividade, foi proposto que cada um de nós pegasse uma caixinha de fósforo e a preenchesse com terra, seguindo de um texto que explicasse o significado daquela terra para você e contasse uma história relevante que ela tenha presenciado estando você naquele momento ou não.
     Minha porção de terra foi retirada da casa onde resido hoje em dia, que sempre foi um local de encontro da família, onde vivia uma grande fã minha e que também era uma inspiração de pessoa para mim, minha vó. Lembro-me bem que quando pensava a cerca da atividade, pensei em falar de locais importantes, historias magnificas ou até mesmo engraçadas, porém foi também uma semana que acabei tendo várias lembranças da minha avó e então pensei, por que não fazer uma homenagem a ela, já que ela sempre acompanhou minha luta quando se tratava de minha formação? Ela sempre foi muito amorosa com as plantas e as terras em que as mesmas estavam, e esse cuidado não se restringia somente às plantas, ela sempre foi muito amorosa com as pessoas também. Então devido estas singulares representativas e também pelo fato da casa dela ter sido palco de várias histórias da família, eu escolhi esta terra de ampla importância para mim.
     Foi interessante apresentar esta atividade em sala de aula, pois dificilmente em modelos engessados de ensino superior, tem-se acesso à experiência sensíveis que nós torna mais humanos e reconhecedores da humanidade e singularidade alheia. Expor suas experiências de vida para os colegas da sala e receber a deles parece meio difícil, porém acho que isso se deve ao fato de não querermos nos mostrar fracos e cada vez menos humanos. Quero parabenizar à UFSB pela oportunidade de vivenciar estas experiências, com certeza daqui para frente realmente entenderei o real significado da terra nas nossas vidas.

domingo, 21 de setembro de 2014

"Se à arte cabe o papel de instrumento para a educação da sensibilidade 
e para a descoberta de uma outra forma de significação que não a 
conceitual, parece necessário que sua inserção em processos educacionais 
se faça em estreita comunhão com o desenvolvimento de valores éticos 
e de um raciocínio lógico". (DUARTE JR., 2001, p. 213)